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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

CARTOON:Feriados (4º e último na série de 4)"A verdadeira razão para alguns patrões quererem abolir os feriados"

(c) Margarida Alegria Outubro/2012 (in blog "Alegrias e Alergias")
Passo aqui só para postar o há longo tempo prometido 4º e último Cartoon da série sobre os Feriados e das verdadeiras razões para tanta urgência na abolição dos mesmos.
Os três primeiros abalançavam-se pelas possíveis motivações  secretas e "freudianas" do tão voluntarioso Ministro Álvaro da Economia.
De tantas coisas que se pode resolver numa Concertação social, tirar Feriados ao massacrado Povo Português deve ser realmente a medida mais urgente e eficaz...
Lá está: é  mais outra a mostrar o espírito castigador e revanchista deste desgoverno. Não nos bastava ouvirmos a palermice de que "vivemos acima das nossas possibilidades", nestes anos de Democracia. Aliás esse "nós" abrange assim confortavelmente o "eles", corruptos e/ou irresponsáveis perdulários, num manto diáfano generalista que assim ajuda a os encobrir, a ajudar os verdadeiros responsáveis a fugirem, uma vez mais. Não bastava isso. Insensíveis e cruéis, tinham  que dizer ao povo que agora também não tem direito a períodos de descanso e alguns folguedos. É como aqueles pais que, para além de cortarem a mesada dos filhos todos, só porque um deles andou a estragar a mobília , não contente, os impede de ir brincar para o jardim ou ver televisão durante um ano. Pois...mas o que vemos é que o tal  filho prevaricador é  precisamente o que normalmente até se consegue escapar pela janela e arranja maneira de ir ver TV na casa do vizinho... Os bem comportados, esses, incapazes de desonestidades, lá cumprem o castigo todo, "custe o que custar".
É este tipo de espírito castigador de beatas de sacristia bolorentas e de hipocrisia pré-democracia que impera agora nos mandantes do país e  na sua trupe de seguidores fanáticos e/ou bem pensantes(bem de meninos-bem, não de inteligência). A teoria do "inevitável"...mas onde o que é inevitável para uns é menos inevitável para os outros, parafraseando  os Animais  da "Quinta" de  Orwell. Curioso também que os que mais vejo apoiar estas medidas suicidas e empobrecedoras do país, foram precisamente os que primeiro trataram de pôr a salvo os seus bens,transferir os dinheirinhos. Afinal confiam nestes jovens génios "iluminados", nestes "Young Turks" à portuga, ou não?
Adiante. Aqui estão os links para os anteriores cartoons/posts da série, seguido de outro que fiz há um Ano, quando se pensava que era então o último Dia de Todos os Santos como feriado, em Portugal:
- Cartoon: Feriados( 1 de 4...)o Varito Ké xer miniztro...
Este novo Cartoon fecha a série com a perspectiva patronal.
Acaso as confederações patronais acreditam mesmo que menos uns feriados vão melhorar significativamente a Produtividade? A Produtividade está a baixar(o índice da COMPETITIVIDADE,por seu lado, é um índice de que se tem falado pouco mas que é, segundo os BONS economistas, o índice principal de que as medidas estão ou não a fazer avançar o país... não estão, pois Portugal tem baixado nesse Ranking!), porque neste contexto não há quem invista e arrisque e os que arriscavam estão a ser sugados. Mas também não é pelos "altos" (???) salários cá praticados e que de forma tão lesta querem baixar, também de forma disfarçada por esta coisa dos "feriados" a mais, que a produtividade subirá. Os nossos feriados não são mais que na maioria dos países prósperos e isso é uma mentira que só quem não investiga um pouco engole acriticamente. Mas já falei disso. E também já disse que a ignorância é uma das nossas maiores desgraças. Muito português aceita tudo acriticamente, por ignorância ou por preguiça crédula.
Claro que este cartoon é uma caricatura, mas perante uma tão grande estupidez na proposta desta medida, por pessoas que para outras coisas são tão manhosas, só pode ter por detrás uma verdadeira razão parecida com essas ilustradas...
E o certo é que muito patrão, que ora é "Viciado em trabalho" ora arranja outras formas de descansar sempre e quando quer, não entende como é importante para as famílias das classes mais humildes terem os seus feriados para o "passeio dos tristes", para um tempo com filhos e netos, para o descanso numa vida sem tréguas. Não entendem como as tradições, religiosas ou outras, são momentos revigorantes que melhor podem ajudar quem trabalha a encarar o seu trabalho como uma missão também feliz e não como um simples fardo quase esclavagista. E não entendem os ciclos dos dias, das Estações, da Comunidade que esses dias marcam.
O acabar com estes feriados, sejam´"só" quatro, fossem eles 10, fosse apenas só um, é a meu ver um dos maiores disparates, como o foi há uns anos (felizmente medida abandonada) aquilo de acertarmos o relógio pelo meridiano da Europa Central e não pelo nosso, que levou a um descalabro biológico de sonos na população, especialmente nas crianças... então lá se entendeu, vá lá, que há outros valores e riquezas para alé do  dos endeusados "Mercados". E pensar que o Mundo deve centrar-se em redor dessa ditadura e caprichos dos mercados é o erro fundamental que está a destruir a Europa e a Economia Global. Confundir Economia com especulação dos Mercados é a maior estupidez que aí grassa, da qual um dos primeiros adoradores que me lembro foi o nosso Presidente (há uns anos,quando era PM,  ao contrário do sensato povo português interrogado nas ruas lisboetas, Cavaco a congratular-se por um bêbado irresponsável chamado Ieltsin ter tomado o poder na Rússia, pois então  os russos entrariam numa "Economia de Mercado"(sic! C.S. dixit!) e bláblá! Vi e ouvi e não esqueço tal dislate cultural...).
Mas mais estúpido do que as manhas de Patrões que, como é evidente, nas Concertações tentam puxar "a brasa à sua sardinha", é a estupidez de um governo imaturo, inculto e impreparado, que aceita tal sugestão como séria, como aceita a "seriedade" tantas medidas parvas e inadmissíveis que a Troika lhes lança, "atirando o barro à parede"!  Se A Troika sugerisse que o fundamental era oferecermos em sacrifício de fogueira as nossas crianças e passarmos a não beber água  mas a consumir só cerveja alemã, para não irritar os mercados... estes garotos no dia seguinte iriam proclamá-lo como medidas salvadoras, no Parlamento! Pelos vistos esta rapaziada dos tais "bons alunos" (leia-se, alunos graxistas e acríticos, não BONS alunos mesmo!), agarra em todo o barro atirado que se lhes cola nas paredes cerebrais e faz logo um "fresco" de "reformas" com nomes pomposos como "Refundação" (quando à Reforma das Fundações disseram nada...), como "calibragem" de orçamentos, "ajustamentos"... e com, ao falarem em "Refundação do Memorando", querem dizer "Revisão do Estado social e da Constituição " às três pancadas e com cábulas feitas pelos troikas! Ou seja... Estes governantes não obedecem a uma Constituição Portuguesa, mas a um... Memorando! Que estão a fazer ainda à frente da nossa República? Já não são legítimos!
Em suma, mais estúpido que uma proposta leviana do patronato é a estupidez de quem aceita a proposta como válida e construtiva. Alguns vinham há anos propondo sempre essa "medida", como o requinte da salvação da Economia. Nenhum governo lhes deu crédito. Estes miúdos aceitaram logo. Nem quero imaginar se, para além  de cairem submissamente  nas garras da merkelina e da troika,caem  ainda nas garras de um qualquer vígaro daqueles das feiras e ladrões de velhinhos! Ainda tornarão lei a vacina nacional com "banha-da-cobra"!!!
Epa...mas já fizeram isso mesmo não foi? levaram uma maioria eleita e céptica de um Parlamento dito democrático a votar a "droga" viscosa que é este Orçamento de Estado para 2013, levaram o País a obrigar os velhinhos a entregar parte das pensões e os desempregados a ficarem sem parte dos subsídios... vão taxar a torto e a direito tudo o que mexe e mais os imóveis (que menos se conseguem mexer). Querem maior engolir à força do "Elixir da Curta Vida" do que este pelos Portugueses?! O Doutor Doxley, o Doutor Menguela e os profs Karambas  deste mundo passeiam-se por São Bento! Socorro!
Bem, consolem-se com o cartoon que sempre é mais ligeiro que estas realidades trágicas.
Fico por aqui e foi já com grande esforço que acrescentei estas palavras. Mas ,pelo que está a acontecer à velocidade da Luz no País, tinha de o  dizer, mesmo a  bastante  custo.
O resto do prometido fica para o Fim-de-semana, se já estiver  totalmente o.k....:(
Margarida Alegria (2-11-2012, in blog "Alegrias e Alergias")
(Adenda; onde falo de Produtividade, acrescentei a referência ao índice da COMPETIVIDADE, pois era a esse que me referia quando falava da  sua relevância para as estimativas económicas, mais do que o de produtividade. Confundi as duas palavras, desculpem...)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Hey, MAGOO, YOU DID IT AGAIN! :/

Lembram-se da frase deste título, que pontuava o final de cada episódio animado do Mr. Magoo, o pitosga dos desenhos animados?
Sim, devido à sua recusa de uns bons óculos, o velhote metia-se em belos sarilhos: pensava estar a entrar numa festa, por exemplo, mas estava num covil de ladrões; julgava rodar  o carro numa estrada, mas estava nos trilhos de um comboio; acabava a cair num precipício, enquanto pensava estar a contemplar a  paisagem junto à estrada, vislumbrando transeuntes na passarada.
Pois bem, mesmo depois da asneirada da nova ideia da TSU, esmagada por manifestações populares, oposições, empresários e até companheiros de coligação, depois da insensatez de não terem escutado ninguém, de comunicar a 7 de Setembro a nova medida de forma atabalhoada e sem consultar ninguém, os nossos "Young Turks" governamentais foram repetir a dose de... estupidez PITOSGA!
Sim! Vão (de novo!)  lançar novas medidas sem comunicar a quem devem, ou melhor dizendo, JÁ comunicaram a Bruxelas as novas medidas, que Durão Barroso diz já terem sido aprovadas pela Comissão Europeia, SEM que os líderes da Oposição ou os Parceiros sociais as conheçam primeiro. Aliás, sem que primeiro o POVO PORTUGUÊS as conheça.
VER AQUI a notícia de hoje:
"Bruxelas já aprovou medidas alternativas às mudanças na TSU"(in Público)Resta saber que nova bomba a rebentar-nos nos bolsos foram preparadas. Já contávamos, as tais que tirariam o mesmo mas de outra maneira, mas ainda assim...
E isto depois de também girar  a notícia de que o agora submerso Vítor Gaspar já protelou pela terceira vez a sua ida ao Parlamento (VER AQUI).(jornal Económico)
Só há duas diferenças não menores entre este o Magoo desenhado e estes "esboços" de governantes: Magoo, por um lado, é um ANCIÃO, símbolo não só de certa sabedoria intrínseca de quem já deu muito ao mundo e não se julga dono da verdade, mas também de alguma condescendência dos outros quando faz disparates em casa ou na rua. Por outro lado, é também o portador de uma enorme SORTE (diria que "sorte macaca" até), que o livra das consequências dramáticas dos seus actos míopes.
Já estes meninos desgovernantes e seus "integentíssimos" conselheiros (peritos em jogos bolsistas , de uma espécie de "Second Life" pela Wall Street, bancos trans-fraudulentos e "Fundos" internacionais que emprestam o que não produziram), apesar de avisados, alertados por mais de um milhão, parecem querer lançar o País de vez no precipício da Miséria e da repetição da tragédia Grega. Sem Happy End e sem tempo para a risada final "Oh, Magoo, You did it again!".
Precisamente porque até nisso o simpático Magoo é diferente: faz esse comentário quando percebe que arriscou a vida e tudo o mais nas suas peripécias de altas dioptrias.
Enquanto que  os nossos jovens (e menos jovens) pitosgas não têm a humildade para tanto: clamam que pitosgas,instalados,  cobardes e  profundamente "ignorantes" são todos os outros que os tentam demover.
(Ou , como diz  Rui Tavares na sua acutilante crónica de hoje no Público, de título "O inteligente mais estúpido": "O mais perigoso ignorante é aquele que ignora a sua ignorância."
Mr. Magoo, o senhor sim, está perdoado!
Alergia (1 de Outubro de 2012, in blog "Alegrias e Alergias")

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Cigarras ,formigas e outros "Velhos Contos"(TRÊS cartoons da Série "Velhos Contos, Novos Tempos...")

(c) Margarida Alegria(Setembro/2012, in blog "Alegrias e Alergias")
Três cartoons e segue-se um  texto.
(c) Margarida Alegria(Setembro/2012, in blog "Alegrias e Alergias")
(c) Margarida Alegria( Janeiro-Setembro/2012, in blog "Alegrias e Alergias")
Para alegrar um pouco estas páginas, finalmente de volta aos cartoons, como prometido, depois de vários posts essencialmente de "causas" mais específicas (manifestações, vigílias...).
Amanhã saem mais dois, da série "Jejé e Companhia" e outros garotos desgovernados, dedicado ao pequeno Vitinho e sua avaliação e tarefas. Seguir-se-á a do Pepé e todos os outros miúdos terão vez, com destaque para o Migas, o Varito, mas também o Pauleco ... e com uma breve reaparição do  próprio Jejé, que se julgava livre de Avaliação, lá pelo colégio interno em terras de França. Mas então verão. O tempo e o ânimo escasseiam para finalizar alguns, porém o balanço de um ano "escolar" dos petizes tem de ser feito, não é?
Hoje optei por recuperar outros esboços quase finalizados para a outra série, a dos "Velhos Contos, Novos Tempos...", um deles já do início do ano mas que (por lapso...) ainda não publicara. Os  três cartoons estão por ordem inversa à cronológica, começando pelo mais recente, de um assunto dos últimos dias. O segundo andou a ser esboçado todo o Verão, tendo um último retoque  de "organdi" das últimas semanas. O terceiro era o tal esquecido, esboçado aquando da privatização da EDP e do escândalo das nomeações (pelos accionistas maioritários, do Império do Sol) para administradores semi-reformados pagos a peso de ouro.
Recapitulando:
o PRIMEIRO, obviamente glosando a fábula da Cigarra e da Formiga, mas sem esforço de adaptação, pois o próprio governante deu o mote com todas as letras: um tal Miguel de Macedo, ministro da Administração Interna de voz metálica, disse aquela primeira frase há dois dias, sem tirara nem pôr. Alegou mais tarde  que quisera  gabar os empresários e outros empreendedores, mas o dislate caiu logo que nem bomba no país de sensibilidade  "em carne viva" , pois lembrou outras frases, até do nosso PM, sobre uns tais portugueses que eram "piegas", dos que eram gorduras do Estado e pesavam no orçamento da Administração Pública como "despesa" dos seus ... salários (leia-se: todos os Funcionários Públicos, geralmente mal pagos), sobre uma senhora de idade   a quem ele sugeria que pegasse numa enxada ( ainda antes de ser eleito, registado em video!) e outras pérolas da sensatez e  do tacto infindos revelados por este governo para designar a maioria dos portugueses por quem deveriam ser responsáveis e que deveriam defender e respeitar.
Cigarras são tantos dos  jovens boys "assessores-especialistas" , inexperientes contratados para os gabinetes,  bem  como boa parte dos políticos e desgovernantes que espoliaram Portugal ao longo de 38 anos da dita democracia.
 Cigarras disfarçadas de formigas são aqueles que continuam a reclamar "menos Estado" mas só para os outros --os que precisam de um bom Sistema Nacional de Saúde e S. Educativo, os que descontaram anos a fio para a Segurança Social e que vêem esse dinheiro andar por parte incerta (e quase entregue aos empresários, como queriam com a distorção da TSU)-- enquanto vivem de pedinchar e até exigir ao mesmo Estado dinheiro a rodos para as suas empresas ,tantas vezes de monopólio, ou para  as suas Fundações e contratos   "blindados" de PPPs. Há que pedir menos Estado para os pobres e classe média, para mais do bolo restar para continuar o banquete. Nisso consiste o tal pseudo-corte de "gorduras" e as inefáveis mas nunca devidamente definidas "mudanças estruturais", outro chavão do políticamente correcto tantas vezes regorgitado pelos comentadores da nação e "especialistas" lava-cérebros.
Sim outras cigarras serão esses que monopolizam a opinião dita pública e que, ressalvando alguns mais imparciais, cantam a sua cantiga a toda a hora, sabe-se lá a troco de que mesadas e de quem...
Bela cigarra insensível foi Passos Coelho, quando foi cantar, no espéctáculo de Paulo de Carvalho, o "Chamava-se Nini/ vestia de organdi e dançava..." , minutos depois de ter lançado as bombásticas medidas draconianas que foram a gota de água da "paciência" do povo, que "transbordou"  de indignação no passado dia 15 pelas ruas de todo o país
O SEGUNDO cartoon, que como vêem adapta o conto de Andersen "O Rei vai Nu": a situação geral com os palavrões que se infiltraram no nosso vocabulário, no último ano: Troika, "Ajustamento", o "regresso aos mercados"... seja o que isso for, quando lá voltarmos de cesto debaixo do braço mas bolsos vazios. E  sugerindo ainda os "cortes" o não sermos "como os gregos" (esses valdevinos que os troikas alegam que não pagam impostos! Como se dirá "cigarras" em grego?), embora já estejamos a segui-los em passos largos(por aplicarmos  a mesma receita suicida, que não resulta...), nós, os "bons alunos da Troika" e da senhora Merkel, até à miséria, à bancarrota final. E tantos outros palavões vazios e falsos, que podiam ser substituídos por uma frase só:  vampiros da "Transilvânia" transnacional alegarem uma dívida para sugarem um país inteiro.
Bem, o meu tom não está de facto muito alegre ou optimista, valha um sorriso que os cartoons consigam suscitar.
O TERCEIRO já expliquei acima. Lembram-se que na altura o Catroga alegou em entrevista que provavelmente fora escolhido pelos chineses numa espécie de catálogo com fotos e nomes conhecidos? Pois porque não poderá a nossa princesinha da nova versão do Conto de fazê-lo também, para não perde tempo? Não me lembro do nome do conto, mas é um em que uma princesa caprichosa recusava todos os seus pretendentes por serem velhos, novos, baixos ou altos etc e a quem o rei acabou por impôr o primieiro homem que passou pelo castelo, no dia seguinte. Há várias versões, desde o que foi escolhido inocentemente, ao que sabia ds decisão do rei e a "contornou" com esperteza para ganhar a noiva...
ATENÇÃO! Estas anotações não são para apelidar os leitores de "estúpidos", mas simplesmente para meu próprio registo e reflexão e ainda para algum leitor que possa viver em outras paragens e não esteja a par das peculiaridades deste nosso "rectângulo à beira-mar plantado".
Voltando a explicar a origem desta série de  cartoons (fi-lo algures, noutro post antigo): começaram no Facebook, para divertir amigos. Um bloquinho, o fundo de uma caneca de leite para desenhar a "moldura". O desenho miúdo encaixado no círculo (como reparam não dá margem para muito). E como Contos e fábulas tradicionais, tão antigas, são sempre actuais , quando pensados para certas situações e personagens dos diads de hoje.
Se quiserem ver os mais antigos, basta clicar no separador no cimo desta página e aceder a outra de título "Outros cartoons da Alegria", com arquivo do dito (é uma página ainda a ser aperfeiçoada).
Por outro lado, se quiserem aceder à colecção de cartoons que venho publicando (desta série e outros), basta clicar na etiqueta "Cartoons" (ao fundo do post, ou no índice Temático de todo o blogue, na coluna da direita).
E pronto, amanhã há mais. No entanto, como disse, da outra série, "Jejé e Companhia", também devidamente etiquetada.
Divirtam-se um pouco, dentro do possível, embora os tempos não estejam para largos raios de sol...
Margarida Alegria (26-9-2012, in blog "Alegrias e Alergias")