sexta-feira, 18 de maio de 2012

Nem todas as tragédias têm de ter finais infelizes! (à laia de intervalo e explicação) :)


(História Trágica com Final Feliz"(Completo)- de Regina Pessoa, 2005)

Muitos posts  na  calha, muitos quase finalizados, só  a restar   "aquele" retoquezinho final,desde o último da série  de cartoons sobre  os Feriados, até  às encomendas  da  "Pérola" passando por  outros  de carácter mais pessoal e didáctico...
Aquele "toque" que falta pois  também  não abunda  o ânimo,  ao  ver  tudo  ou quase tudo a  piorar, desde  o País sem  Esperança ou Emprego, o Mundo podre, os amigos e queridos cada vez mais angustiados   ou  outros de mente  cada vez  mais desnorteada...
A vida  só deve  estar  fácil para os "Mercados" e para  políticos teóricos e inconscientes....para esses deve  estar a ser uma "Oportunidade", pelo menos de mostrarem a sua total ganância e cegueira, respectivamente. Talvez o Futuro os  venha  a julgar e condenar, mas pelas "amostras"de (in)Justiça que por aí vemos nem nesse campo a Esperança  é sólida.
Enquanto não posso terminar e mostrar esses posts, deixo aqui uma preciosidade, que se calhar poucos conhecem: o filme de Animação multi-premiado  de Regina Pessoa, artista da "escola"do "Mestre" portuense  Abi Feijó.
Chama-se  "História Trágica com Final Feliz" e é já de 2005 mas talvez  mais conhecido "lá fora" que  cá dentro, o habitual...
Dizem que a técnica usada foi a da gravura tradicional em madeira, com sequente impressão. Não sei confirmar. Mas o resultado é belíssimo , seja como for. Há outro filme da autora com técnica de areia colada em papel... enfim, maravilhas de quem ainda se atreve ao "artesanal" numa área já tão computorizada.
A parte trágica do filme é a de  uma menina que é apontada pela  diferença de ter um coração demasiado "audível" e por isso incómodo ( é o que acontece também a quem costuma ter, por exemplo "o coração na boca" e espera dos outros a mesma honestidade e lisura, o mesmo  abandono de máscaras o não recorrer a vias subreptícias, cada vez mais difícil e paradoxal na "Era" dita da Comunicação mas na qual cada vez mais se foge a comunicar realmente). A parte feliz vem a seguir... e mais não conto, pois vale mesmo a pena ver os poucos minutos que esta curta-metragem nos "gasta".
Publico isto, por querer acreditar que mesmo as grandes tragédias, colectivas ou individuais, podem ter um final feliz,
o que não é característica das tragédias, pois, ao contrário das ficções, a vida real das pessoas pode ter a interferência final do abrir dos olhos, do ver tudo em outra perspectiva, do "toque" inesperado do chamado "factor humano", visto que tanto, mais do que parece, pode depender das nossas opções, das nossas atitudes de rasgo e coragem, do nosso inverter das inevitabilidades, do nosso abandonar dos "fechamentos" e desconfianças patéticas, da nossa mudança de rumo a contrariar fatalidades. Se quisermos, se tivermos garra e coragem, se tivermos um pingo de sangue humano a correr dentro de nós. Se tivermos um coração a sério, sonoro e livre como o da Menina da "Estória".
E claro que isto tudo que disse nada tem a ver com discursos insensíveis de falsa esperança de certos políticos sobre a tragédia (real, de carne e osso, senhores!) do "Desemprego como oportunidade de mudança". Isto tem a ver com a mudança mais importante que há: a do nosso interior e do nosso relacionamento com os outros, com os nossos dramas, com o Mundo!
Vejam!
 No fundo... A "explicação", esta sim, é... simples! Pelo menos para quem não tiver palas e  quem (ainda) tiver o coração e o cérebro no sítio. Para quem não insistir em desculpar as suas próprias falhas, a sua falta de coragem e as e diferenças com... a reacção dos  outros!
Até logo, e desta vez é mesmo até logo! :))
Margarida Alegria (18-5-2012, in blog "Alegrias e Alergias)

15 comentários:

  1. Que maravilha, estava mesmo a precisar de ver uma coisa destas :):)

    Beijinho*

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    1. Ainda bem que foi proveitoso de ver! :)
      E há tantos filminhos tão belos por aí. Pena que ao postar, o querer acrescentar umas linhas que seja se tornou um suplício, no novo editor do blogger!
      Tenho mais uns aí na "despensa", uns mais poéticos, outros mais humorísticos. Se valerem para animar alguém, irei postando mais regularmente!
      Beijinhos!

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  2. Querida Margarida,
    Como me surpreendes e como gosto fe ficar neste êxtase de maravilhamento.
    Identifiquei-me logo com a menina.
    Passo a explicar:
    Tive taquicardia paroxistica durante anos. De vez em quando o coração disparava para lá dos 200 pulsações por minuto. Podia ter morrido,mas não sabia.
    Fiz vários exames, nada acusava. Comecei a ter episódios mais frequentes da referida taquicardia que demoravam horas. Os médicos receitavam-me ansioliticos e ensinavam-memanobras para parar com o coração descompassado. Após a crise ficava com ums dor no pescoçotalera a vilência da palpitação da carótida.
    Em 2008 entrei urgências a dentro em plena crise e o médico (por acaso era o meu cardiologista na privada) marcou-me logo uma ablação para a semana seguinte. A intervenção consistiu em inserir uns cateteres pelas vaias da virilha, ir ao coração e descobrir qual o fio elétrico que fazia mau contato. Foi quase 2 horas de indução de taquicardia e ouvir os médicos a discutirem a causa. Pensei que morria, o que me valia era a enfermeira que me molhava oslábios e ma acariciava a cabeça.
    Lá 'queimaram' o tal do fio avariado e agora ainda sinto arritmias,mas taquicardia, nunca mais.
    Tudo isto me troxe à memória a tua menina de coração de batimentos sonoros. Omeu corpo até o sentia. Bolas!
    Bem, os desenhos são deliciosos, a história comovente. Muito a aprender esses corações duros e fechados que andam passeando-se por aí.
    Obrigado por me teres dado a conhecer tal maravilha!
    Quanto à minha encomenda, considera desobrigada.Não te quero sobrecarregar com tantos afazeres. Quando tiveres tempo e se te apatecer, escreve e depois avisa. Sem pressas.
    Um grande beijinho desta que já não tem o coração a bater desalmadamente...bem...ter, continua a ter...as razões são é outras...

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    1. Consegues ler e perceber com tanto erro ou preferes que reescreva?

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    2. Querida Pérola:
      E como me surpreendeste tu e alarmaste (e comoveste também) com essa história terrível que relataste! :(
      Já tive algumas arritmias, há uns anos, e já isso assusta...nem consigo imaginar o que será um problema desses.
      Mas claro, que ao fazer ECGs etc nunca é nada detectado, aí os meios diagnósticos ainda estão muito rudimentares, ou é a complexidade do nosso coração que ultrapassa qualquer ciência....
      E agora, ficou mesmo tudo bem? Os "outros bateres" desalmados do coração não afectam o seu funcionamento?
      Não fazia ideia, ao colocar este filme da Menina, mas há coincidências...Neste caso os outros também escutavam o bater, mas no teu devia ser terrível, sentir tudo isso e não conseguir que os próprios médicos o detectassem e escutassem!
      felizmente o coração da menina é simbólico, mas nem imaginaria que iria ter este tipo de situação vivida por alguém que comenta!
      Quanto às encomendas, garanto que não me estou a sentir obrigada. Tenho na verdade os três posts começados(sobre os dois temas, acontece que o primeiro tem um video e este maldito U&&&&UUE#$T%#&RICFX!!## do novo editor do blogger , quando assim acontece, torna a escrita lentíssima e demoro 200 anos a escrever meia dúzia de linhas, pois o que escrevo fica com letras salteadas, apago e apaga demais, depois corrijo acrescentando letras e já não me lembro qual era a palavra pretendida, um pavor! Porém vou fazer uma coisa, primeiro publicarei o video quase sem palavras, depois farei um texto em post anexo, já sem video.
      Mas garanto-te que não tem sido "fugir com rabo à seringa", sinplesmente é um tema tão abissalmente importante que fico com aqueles perfeccionismos a bulir, a querer transmitir bem o que penso e depois receio ser mal-interpretada em algo que diga, precisamente por ser um tema universal...
      O que me leva a não ter publicado tanto tem sido mesmo a falta de ânimo e hoje aconteceu-me mais outra (que claro que ao pé do drama que viveste não é nada): pensei que perdera uma lente de contacto, depois milagrosamente encontrei-a, coloquei-a, saí (hoje de manhã) e... não é que me apercebi entretanto que no meio de isso tudo... perdera agora a OUTRa Lente?! Tive umas que duraram décadas,jamais as perdi, no ano passado perdi uma e aproveitei para mudar as dioptrias de ambas, ´lógico, há poucos meses PARTI uma a meio, não entendo como ao tirá-la da caixa!... nova encomenda e longa espera (e despesa!!!) e hoje... mais isto, a juntar a muitas grandes e pequenas más notícias!
      São pequenas grandes contrariedades, nada de fatal, mas são demais e gostaria de ter uma certa pausa na catadupa! Quando vejo tanta gente tão má e parva a ter vida amparada e airada! Bolas!
      Com essa que contaste confirma-se: só vejo contrariedades a surgir a pessoas pacíficas e do bem, só te digo! :(
      Mas que horrível deve ter sido essa operação que descreves, contigo a presenciar tudo! Eu acho que ...desmaiava, no mínimo!
      Força aí, com muito coração compassado!
      Beijinhos

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  3. Esqueci-me de chamar aatenção para o seguinte: a narradora é a Manuela Azevedo, a vocalista dos Clã.

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  4. Pois, minha amiga, ía ficando sem coração, ou melhor ele queria saltar-me da caixa torácica, com o teu filme para lá do sombrio.
    Já tiveste assim tantos desgostos de amor?
    Não acrdito que não tenhas amigos/as fiéis, verdadeiras provas ciêntificas de amor. Ou filhos? Esse amor é tão profundo, ou o amor dum pai, duma mãe, enfim o amor pode-se revelar de tanta forma...
    O meu coração é pequeno, palavras de cardiologista, bem como as minhas veias, finas como as de uma criança.
    Tenho 1,55m e costumava pesar 45 kg. Agora estou gorda, rondo os 50 kg e não consigo emagracer, uma verdadeira tragédia grega, quase tão grande como a da Tróika e afins.
    Para além do mais, sou muito mulher, fica sabendo (isto é segredo, fica só entre nós, ok?), tive 4 filhos pela vias naturais, sem anestesias, bem berrei pela epidural, mas qual quê, sê valente! Gritei, berrei, mordi, mas lá os tive e hoje são a minha melhor obra. Por vezes dá-me vontade de nunca ter casado nem ter constituido familia, gostava de ter experimentado outra vida. Mas, como conheceria esta?
    Temos de escolher e por aqui deambulo, no meiodas minhas escolhas e obrigações, para além das responsabilidades.
    Para além do mais, amamentei todos para lá dos 2 anos. Uma verdadeira leiteira esta amostra de mulher, pois é!
    Mas, não vim aqui para falar de mim.
    O meu coração não se ouvia, mas via-se e impressionava quando a taquicardia se instalava. Parecia saída do Exorcista, sem rodares de cabeça, só o coração batia tão forte que era aflitivo olhar para as minhas veias e pescoço.
    Já passou, embora sinta ameços, de vez em quando.
    Sabes, o teu post sobre o amor impressionou-me de tal forma que ainda digiro.
    Trata-se duma abordagem só do amor romântico, sexual, certo? E,os outros tipos de amor? Nada a dizer? Não é preciso?
    Desculpa ser tão chata, mas os pensamentos estão toldados.
    Quanto ao meu post 'querodesaparecer' sou eu, em momentos mais lunares.
    Vou meditar, depois falo contigo...
    Um beijinho, minha amiga!

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  5. Só para dizer que tinha achado a voz da narradora duma doçura...tão grande!
    Gosto mais deste filme do que do de terror do post 'encomendado', admito. O sangue aflige-me!

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    1. Sim,a M Azevedo tem uma voz de uma doçura e expressividade extremas.
      Querida Pérola:
      passo aqui só para dizer que já te respondderei com mais calma, pois vou descasar do olho e também "meditar". Faz-me uma falta danada a lente e ser fim-de-semana nao me permitiu remediar o problema.
      Atenção: lembro para já que o facto de fazer este retrato de como vejo as pessoas a maltrar o Amor, em todas as suas formas, o que inclui também a Amizade, o amor familiar etc.... Não quer dizer que tenha tido muitos desgostos. de facto, sou um tipo de pessoas que em vez de me atitar para certas situações de cabeça costumo aprender muito e resguardar-me através do que tenho visto acontecer a outros...E também aprendo muito lendo, pensando nos filmes.
      ---- Isto não é cinismo. É uma defesa pessoal que me poupa a muitos dissabores, embora nem sempre, claro. Como por aqui já disse, não penso que todo o nosso saber tenha de ser de experiência feito, só em parte, Ver os outro a batr com cabeça na parede e meditar sobre o que se vê... poupa-nos a muitos galos.
      E claro que tenho amor na minha vida, e amizades... cada vez mais. Embora lá está, também seja uma variante de amor/afeição que as pessoas também não tratam de cultivar e acarinhar.Muitas vezes tenho de ser eu a contactar as pessoas para ver como estão e geralmente ficam contentes. Sei que gostam de mim e de ter a minha amizade e é isso que importa, pois a vida por vezes é agitada. Já aprendi mais recentemente que há quem não entenda a amizade e viva desconfiada de tudo, por isso até já me voltei a retrair mas, pois não se sabe que reacção maluca e paranóica se vai receber, por vezes! Mas isso é uam outra história ., demasiado trágica (e não julgo que com "Final Feliz") e absurda para a querer recordar muito. Há um mundo de Dor inevitável,por aí, mas há muita outra dor que parece ser procurada, só te digo!
      Bem, só para te tranquilizar que não sou uma amargurada que podssas ter pensado: foi só um "estudo" ensaístico, digamos! ok?
      Mas que tanto eles com elas escolhem muito mal... lá disso não tenho dúvidas: depois não se queixem...
      O mundo é muito superficial, em geral.
      Quanto à tua saúde... comento depois...
      mas... 50 kg co, 1,55 é ser gorda?!
      Isso é o peso adequado!
      Ai que ainda me complexas e nem saio mais à rua... :/
      Eu que também fui já bem magrinha, co m os meus manos a chamarem-me de "fatia de fiambre" eheh
      Como disse volto depois...
      deve estar tudo ainda com mais gralhas, mas vejo tudo meio enevoado...
      Até logo.
      Não sei quando acabarei outros posts por causa deste problema. Até para as lidas da casa custa...
      (E sabes, como te vejo tão romântica e apaixonada nos teus textos, pensei que quisesses que enveredasse mesmo por esse lado do Amor, no post, por isso agora até me surpreendeste um tanto...)
      Beijito e... não te enfies de mais na tua ostra, a não ser para saudável meditar!:)

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    2. Cá estou de novo para completar resposta(de ontem).~
      Ainda bem que tudo se recompôs e já não tens esse problema, livra!
      E se o teu corpo ganhou peso isso é normal com a idade, o corpo muda um bocado. E até para quem teve quatro filhos esse peso é excelente! Como disse, não tenho presentemente essa sorte. Mais cinco quilos não são msmo nada!Qual tragédia greg qual quê! :))
      E quatro filhos nos dias que correm é mesmo raro e é obra! Deves ter muto orgulho só nisso...E a mamaentar até tão tarde, ena!
      Por comparação julgo que nisso não serei muito mulher... :((
      Suponho que o que escrevo e faço serão os meus filhos(pobre substituição!), mas isso é outra história que não cabe aqui que a noite vai alta... Xiii!
      Por vezes também me ponho a pensar como seria se tomasse outro caminho, mas não vale a pena matar muito a cabeça por aí, pois não somos só nós que escolhemos todos os passos do nosso destino. Mas creio que teria sido boa mãe, ou se calhar não... sim acho que seria, com tanta mãe desnaturada que há que deita filhos ao mundo e ...
      Mas para os ter é preciso terem pai, E um pai faz falta aos filhos, mesmo com essas opções modrnas que há agora por aí...
      Bem, fico por aqui, é tarde e não uqeo entrar por nostalgias. Para issso bastam os meus textos terríficos, aterradores de senhoras com corações pequeninos e veiad finas,ahahah! ;)
      Beijo, pequena Pérola! E anima esse espírito! :)

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    3. Minha querida Alegria,
      És na verdadeira aceção da palavra uma verdadeira alegria.
      Nunca te imaginei fria ou uma pessoa que não ama, muito pelo contrário. vejo-te como umamulher completa, inteligente, observadora e uma amiga verdadeira e sincera (coisa rara nos tempos que correm).
      Não estou enganada.
      Já sabes que fiquei um pouco 'chocada' porque a bordagem foi, digamos, pouco convencional. Agora, a esta distância penso que foi a melhor abordagem que poderia ter sido. Nunca enveredaria por esses caminhos, daí serem tão enriquecedores e vieram tronar-me uma pessoa com vistas mais alargadas.
      Pois, a minha familia é aminha maior obra, tenho-lhe dedicado milhares de horas, mas também é simultanaeamente a minha maior 'prisão' no sentido em que sou definida pelos papéisde mãe e esposa. Não gosto! Com a idade retomo umamulher quenunca deixou de existir e grita, berra dentro de mim. Não sei que lhe faça. Ignorar não resulta, será a chamada crise de meia idade? A verdade é que nunca foi fácil viver comigo e por estes tempos tem-se tornado mais dificil.
      Como gostaria de encontrar serenidade na vida.
      Não me alongo mais, tens mais que fazer e as lides da casa chamam-me. Não me apetecem, são muito iguais.
      Nãome posso queixar, neste bocadinho em que escrevo, devem ter morrido centenas de pessoas de fome, em guerras, por doenças fatais, enfim, devia-me considerar uma sortuda.
      Quanto ao tema conversar, tenho de me acalmar e ter um tempo especifico. depois avisarei.
      Um beijo, minha amiga!

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    4. Não me maças nada!
      Tenho a certeza que escreverás um belo post!
      Vou responder ao resto maid acima, no post da censura.
      Bjo

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  8. Pérola! Lê as minhas respostas acima!
    Não é preciso grandes respostas, é s´o para leres!
    Bjo

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