(Juan Luis Guerra "Burbujas de Amor")
quinta-feira, 7 de junho de 2012
" Burbujas de amor"-(Aperitivo para um post sobre lutas na Educação...)
(Juan Luis Guerra "Burbujas de Amor")
domingo, 1 de abril de 2012
E a partida de Um de Abril é...
(estaria a rezar para que o tirassem do "drama"? Estaria a sofrer pela sua "solidão"? Nããão! Devia estar apenas a estudar a forma de escapar a mais uma das suas trapalhadas...)Aqui está:
O DRAMA E A SOLIDÃO DE SÓCRATES TRÊS DIAS ANTES DO RESGATE (título da versão online para assinantes e da versão em papel)
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Cartoons(dois!): "Ideias em Movimento" (Partes I e II)
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
A fabulosa versão POP! Bandex - As Minhas Poupanças
Cavaco Silva discorre que ganha "apenas" 1300 Euros de uma das suas pensões (a de professor e investigador universitário. Já esse seu lamento escandaliza muita gente, num país onde o salário mínimo é de 475 Euros, o salário médio ronda 750 a 800 Euros, boa parte das pensões/reformas andam na casa dos 300 ou 400€, muitas até dos 200€.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Também fizemos um post sobre aventalados! ;)
Como Blogue que se preza, o "Alegrias e Alergias" vem aqui apresentar o seu post sobre Maçonaria, aventais e aventalados!
O AVENTAL DE CHEFE, ao estilo Don Corleone. Para qualquer Loja, mas talvez mais adequado às lógicas Clássicas de cinquentões grisalhos de voz rouca e baixa, múltiplas reformas douradas do Estado e múltiplos cargos em Administrações de Empresas Público Privadas, tenham já presença chinesa ou não. Especialmente indicado para os bem parecidos, ao estilo Brando, mas que não se importem de engolir sapos, nem de colocarem algodões na boca. E que detestem cavalos...
AVENTAL À MINHOTA: Aconselhado aos maçons das gerações acima dos sessenta, mas que tenham um feitio menos autoritário, Que sejam, até mais bonacheirões e afáveis. Os que preferem andar nas áreas da cultura, embora com um pezito conveniente na política. O lenço na cabeça é opcional, consoante queiram ou não ocultar a careca. Os ouros, à parte os anéis , para serem osculados como os dos bispos, devem estar modestamente representados, sem arrecadas ou filigranas sumptuosas. Não vão às vezes serem acusados de enriquecimento ilícito!
AVENTAL IRREVERENTE/Jovenzinho: para membros das Lojas-mirins, tipo Mozart ... ou Loja Lady Gaga. Costumam fazer furor entre a rapaziada. As esposas e namoradas não acham tanta piada, mas de qualquer maneira nem ficam a saber (menina não entra, lembra-se?). Esse tipo de Loja fica assim entre o clube de bridge e bisca lambida e... as despedidas de solteiro. Há também a opção sem ligas. Se a esposa encontrar o avental, ofereça-se para lavar os tachos, para disfarçar. Assim como assim, também na política os seus cargos serão primeiro lavar os tachos dos outros (leia-se, branquear no Parlamento ou nos jornais) antes de terem um tacho como deve ser.
AVENTAL DE LAVADEIRA. Ao estilo Beatriz Costa na Aldeia da roupa branca, este avental tem um aspecto mais discreto, modesto até. Para quem serve então? Para qualquer loja, mas para aqueles maçons que são jornalistas ou opinadores oficiais, nas tvs, jornais, certos blogues afectos a interesses e regimes. Também adequado para meninas. Não muitas, mas só para dar um ar mais democrático. Como dá para descobrir, pelo nome, servem para ajudar a lavar em espaço público (dos "tanques públicos" da nossa pequena aldeia) as porcarias que outros maçons fazem e dizem, explicando, justificando e até minimizando a sua importância, em casos extremos. A frase secreta, segundo a nossa primeira investigação, é "passa-me o sabão" ou então "água fria da ribeira...". Quando mais acalorados, arregaçam o avental até às virilhas e fazem fosquinhas a outras lavadeiras do outro lado do rio. (costume semelhante aos atestados pelos antropólogos tipo Leite de Vasconcelos, a propósito das lavadeiras "normais", que não usavam roupa interior...).
AVENTAL DE EMPREGADA, ou DE MARIA. Para os maçons que se dedicam aos serviços secretos profissionalmente. Este avental assegura um bom e barato disfarce: qualquer latagão barbudo e de largo queixo, ao vesti-lo, será de imediato confundido com uma inocente adolescente vinda das berças , com acne e a falar "achim". Mesmo a presença de buço ajuda à caracterização. Tirem apenas os piercings.
AVENTAL DE CHE(F)- para maçons de esquerda mais radical, caso existam.

AVENTAL COM COELHINHOS- Para maçons da nova Direita, mais ultraliberal! Ficam tão queridos e mimosos! E ligam bem com qualquer tom de cabelo!

AVENTAL RATINHO CEGO (inspirado na cantilena tradicional inglesa dos "Three blind Mice")-
Finalmente um AVENTAL DIFERENTE, também tradicional como os outros, mas não adequado a qualquer maçon que se preze e queira enriquecer e trepar socialmente.Depois a parte par´dica do nosso "catálogo" , vem o item de seriedade.Chamar-lhe-ei, AVENTAL LAURA COSTA. É uma homenagem à senhora com esse nome e que assinou este desenho(confirmar assinatura ao lado, em baixo). Alguns lhe reconhecerão o estilo como a artista que, nos anos 60 e 70, ilustrou livros de contos de fadas, agendas domésticas, jogos, calendários e até papéis de embrulho. De forma alguma deve ter sido maçon. Esta ilustradora portuense, que ajudou ao prestígio de editoras e da Majora, dpois de longos anos de trabalho, viveu os seus últimos dias da sua vida em quase indigência, com ajuda de vizinhos, pois , como acontece a quem trabalha nesta área, a precariedade vem de longe: a ilustração é paga à peça e sem se ficar com direitos de reedição. Não há descontos para a Segurança Social, nem existiam à época PPR ou seguros para velhice. Assim, sem apoio de empregadores ou de Lojas semi-políticas, bem se pode ter um trabalho meritório, enquanto se aguenta e se enriquece os outros, como fez a D.ª Laura Costa. Curioso é agora a sua obra perdurar, em catálogos de Internet, como se os desenhos tivessem nascido do ar... A minha homenagem será então perpetuá-la um pouco também, com este seu desenho aqui no blogue. Ou pelo menos enquanto a blogosfera continuar livre.sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
O Sincero Líder É Vida e Sol! (Um Louco Pós-Natal 1)
Como prometi, nos vários posts onde comentei a já antológica sugestão de Emigração pelo nosso PM (1-AQUI, sobre o que continha de pornográfica mensagem de Natal,2- ACOLÁ, sobre a famosa Sinceridade atribuída por muitos a PPC; e 3-ACOLI, sobre o que essa mensagem teve de gasoso/tóxico e explosivo) , ainda vou publicar mais uns tantos sobre a questão, como disse, muito sintomática e sumarenta. Como o Natal já passou, irei intitulá-los não "Um Louco PRÉ-Natal", mas "Um Louco PÓS-Natal".Depressa esquecemos que, antes de PPC, já D. Sócrates se queixara da "pesada herança", e antes dele D. Guterres do "pântano", fugindo para os refugiados em planícies africanas, e D. Durão da tanga que havia herdado e que o levou a fugir para se poder agasalhar nas roupas de marca vendidas na Avenue Louise, em Bruxelas.
Outro exemplo, mas pelo lado do absolutamente ridículo, que estive há muito para comentar, mas cujo editorial até recortei e guardei, pelo que mostrará para a posteridade de antológico, no seguidismo dos Líderes. Falo do editorial do jornal "i", de 5 de Dezembro, assinado pelo seu Director(?!) António Ribeiro Ferreira, se bem se lembram o mesmo que ofereceu bolachinhas e "incenso" à ME Maria de Lurdes, estão então perfeitamente fascinado pelas decisões "corajosas" da mesma e do seu Líder salvador " D. Sócrates, o Determinado". Mais tarde foi dos que tentou começar a abandonar o barco do seguidismo, para agora embarcar no navio Titanic de Pedro e Gaspar. O perpicaz Kaos já analisou a dita crónica,logo no mesmo dia dessa edição do "i", num dos seus esmagadores posts (wehavekaosinthegarden.blogspot.com, escusado seria dizer...), mas deixo aqui algumas das frases de idolatria a S. Gaspar, pra quem tenha estado distraído.
"Se Vitor Gaspar tem razão quando diz que "não há dinheiro", não é menos verdade que Portugal não tem tempo a perder com formalismos próprios de gente rica. A ordem está falida e os frades famintos".
domingo, 18 de dezembro de 2011
Um Louco Pré-Natal anda por aí
Assim como há uma Silly Season de Verão, a anunciar alguns cérebros que foram de férias, parece que de vez em quando há uma Silly Season Pré-Natal, a anunciar toda uma distorção e todo um folclore estranho a esta quadra festiva, que em nada se radica no Natal original, de Joy to the world e Paz entre humanos. E , mais uma vez, amplos lotes de cérebros a precisar de renovação.A meu ver, bem pior que enviar postais natalícios com mulheres nuas. Estas "felicitações" de Natal são totalmente pornográficas e insultuosas, para mais vindo de alguém que , pese o ar composto e simpático, ainda vem com algum cheiro das "fraldas" das "jotas-dodot" e com pouca rodagem em "voadores" ou em "tapetes de actividades" do mundo do trabalho.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Economia à moda das "tias"?
Não me apetece perorar muito longamente sobre este caso das declarações de José Sócrates em Paris, sobre o que é a Dívida e o que é suposto entender de Economia.Quanto ao que andou a dizer lá em Paris sobre a o que era uma "Dívida" (Ver AQUI) e que parece que hoje tentou esclarecer na TV-- momento que felizmente perdi!-- que "As dívidas não eram para ser pagas , mas para ser geridas" e que querer pagar as dívidas públicas era "coisa de criança", acrescento apenas mais um ponto de vista que passo a expor.
E sai depressa, antes que o Sr. Fulano possa retorquir à Madame que já está a dever a "conta" há seis meses! Ou que sequer tenha conta aberta naquela loja (verídico!).
"Alergia" (9-12-2011)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Chavões em destak (ou: esta jornalista e um carapau de corrida são o mesmo?)
O que os torna ainda mais "acarianos"(vide: ácaro) no que às alergias que provocam, é o facto de muitas vezes virem impressos em milhares de exemplares,em difusão alargada, enquanto tanto bom livro é condenado injustamente às prateleiras dos monos. Um bom exemplo de que este Mundo não é mesmo justo.
Um dos maiores desse fatais enganos costumam ser os brilhantes (cof cof) editoriais de uma tal (jornalista?) Catarina Carvalho, no Notícias Magazine, que não nos cessa de surpreender com as suas visões do mundo e do país! Lembro-me, a título de exemplo, de como defendeu já que seguissemos o exemplo dos chineses (economicamente!!!), ou de como se devia imitar a cabeleireira dela, a trabalhar até aos feriados (para a atender a ela...), ou de como um dos mais graves factores para que há uns meses estivessemos a baixar de "rating" para as famosas agências era porque... SIM PASMEM( oh mas que profunda teoria!)... porque as "Poor and fitch and moodys an dingdong and standards and bastards and Co." que nos "ratam" viam que os portugueses não queriam trabalhar, porque(tcham tcham!!!)... o modelo de avaliação dos professores havia sido então suspenso no Parlamento!!!
Estive na altura para escrever sobre isso noutro blogue, mas depois meteram-se assuntos mais importantes na calha.
Bem, queria o antigo PR dizer, no fundo, que as pessoas e os seus direitos eram mais importantes que o dinheiro e as finanças. No fundo, o que muita gente defende: a vida do país e das pessoas não é só feita de "dívidas" aos "nervosos mercados". A vida das pessoas não é só feita de trabalho nem de dinheiro. O dinheiro e o trabalho devem servir as pessoas e não o contrário. Há que ter outros valores, como o tempo para si, para a família e amigos, o lazer, uma felicidade equilibrada.
Se era esta a intenção de M. Soares ao dizer aquilo, concordo. Concordaria I. Stilwell?
Dizia ela, que em princípio sim. Mas depois começou num relambório de que "o dinheiro representa a realidade e por isso não é infinito nem chega para tudo"(sic). Que era lamentável o aumento do desemprego, mas que o dinheiro não estica nem é "mágico ou infinito" e que não há dinheiro e que há que "saber fazer escolhas"(sic) no que se gasta que é preciso optar " entre as finanças e o tratamento de uma doença ou de outra"(sic! sic!) bláblá e blá e que era preciso entender que "Não podemos estar todos felizes ao mesmo tempo." (sic sic sic!!!!!!)
Nem sei por onde começar, a não ser no dizer que provavelmente poderia distribuir estacas virtuais para segura os queixos que possam ter caído, como aconteceu ao meu ao ler isto pela primeira vez. Imagino o quão satisfeitos os senhores dos mercados bolsistas" devem ter ficado. Ganharam mais uma porta-voz para as suas ideologias doentias. Pois Isabel S. pôs a "mão na ferida" , corajosamente explicou aos mais pobrezinhos que este é um mundo onde reina a bela lei do mais forte economicamente, a realista lei da selvajaria especulativa, onde NEM TODOS PODEM SER FELIZES AO MESMO TEMPO! Pois não! Apenas os bons jogadores com dinheiros privados e públicos. E que sabem "fazer escolhas", desde que tenham um bom corrector e saibam manipular os boatos financeiros! E que se se tiver de escolher entre as finanças dos Bancos, coitados, cheios de lucros e bons cobradores de taxas, entre pagar as contas das agências de rating ou do FMI e... a asma dos filhos ou o cancro dos pais (uma ou outra doença, enfim, paciência)... claro que há que sacrificar os segundos! Porque o dinheiro não é "mágico nem infinito"... a não ser quando é para fazer dinheiro a partir do dinheiro, em especulação bolsista, isso é outra coisa!
Só apetece levar a ironia ao máximo, perante estas teorias infelizes! Já não bastava o papelão dos ministros que nos levam a todos para o cadafalso da bancarrota e ainda vêm jornalistas com alguma rodagem defender o primado do dinheiro, na estranha aritmética de que:
PESSOAS = DINHEIRO
E sublinha a ideia no período final do texto, que deve ser o "tour de force" inesperado que tanto gostam de dar às crónicas, mas que considero que mais adequado seria chamar de "punch line", como se de um texto de comédia se tratasse. Aí vai (e repare-se no tom paternalista que demonstra o que perpassa em todo o texto):
"E é por tudo isto que pessoas e números não se podem dissociar, nem dizer que uns devem estar à frente dos outros, porque são o mesmo."
Até podia concordar com a primeira parte e acho que nisso também pensava Mário Soares, por contraste com os contabilistas funerários que agora nos desgovernam : não podemos dissociar os números (do dinheiro) (da vida) das pessoas.
Mas na segunda parte há uma guinada para,digamos, uma espécie de falso silogismo que mete dó.
Resumindo o editorial de I. S. num silogismo falso que parece construir:
-As pessoas precisam de dinheiro para viver
- O dinheiro é igual aos números e não é "elástico"
- LOGO: As pessoas são o mesmo que os números (dinheiro)
(ou estarei a ler mal?)


