domingo, 29 de julho de 2012
"Salvar Portugal à Bruta" (R. Araújo Pereira) a crise nas crónicas da semana 1
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Dar a palavra a quem vive as situações e sabe (e não a opinionmakers de pacotilha):Opinião Pública Paulo Guinote SICn.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
"Sobe e desce": serviço de Limpeza de Imagem para políticos
-1º, ao saber que estavam a ser organizados protestos em todo o país e havia grande revolta nas escolas , nos blogs e em redes sociais, tentou deitar água na fervura, para ver se os ânimos acalmavam e os protestos seriam adiados para Setembro, quando já estivesse o massacre docente a decorrer "a todo o vapor":
terça-feira, 19 de junho de 2012
Novidades do Mundo Educativo...
ASSOCIAÇÃO FAZ AVALIAÇÃO DIFERENTE DO GOVERNO ÀS NOVAS OPORTUNIDADES ( in Público, ontem))
A notícia fala entre outras coisas de um estudo no Reino Unido sobre a fiabilidade dos Exames, sobre a falta de avaliação mais completa por parte de perguntas como as de escolha múltipla(um dia me dedicarei a discorrer sobre esse primor educativo) e , pelo que entendi, acaba por salientar a importância do bom senso Humano na correcção das perguntas de maior desenvolvimento, por contraste com um mais desumanizado e apertado critério de correcção de questões que se pretendiam mais imparciais! E esta? Traduzindo: no fundo as perguntas que implicam o "justifique" etc avaliam melhor as reais capacidades dos alunos e são sujeitas a uma maior abertura na correcção e daí até a menos perguntas consideradas totalmente erradas. E que a Matemática , como a Português e outras disciplinas, o abuso de perguntas de escolha múltipla (incentivado pelo Ministério ao longo dos últimos anos, sublinhe-se) deveria recuar, para dar lugar a questões que pusessem os saberes em prova, como na Gramática, ou os problemas Matemáticos. Mas posso ter lido mal e não sei se a notícia online estará diferente, Ei~la, esta já com Link:
"CADA EXAME DEMORA ENTRE 12 a 14 SEMANAS a SER CONCEBIDO" (ionline)
(Já para a correcção, não importa que os professores percam as suas férias,sejam obrigados a frequentar acções de formação "sobre correcção", sem qualquer préstimo e sem dispensa de aulas, em tempo delas, ou que acumulem tarefas sem direito a ajudas de custo... quantas horas e pestanas "queimadas"...)
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Sociedade Civil contra a indiferença Linguística (I)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Sónia "libertou gases"?!(Um Louco Pré-Natal 3)
Mais outra para a Silly Season Pré-Natal. Desta vez foi culpa da minha leitura apressada do jornal Público de ontem. No entanto inclino-me mais para ambiguidade criada por uma inusitada linguagem jurídica, ou então da sua transcrição em linguagem jornalística. Senão, coloquem-se no meu lugar: ao folhear o jornal, dão com uma notícia curta , daquelas que agora colocam na parte superior de algumas páginas, com foto recortada e um breve texto. E dizia assim, tal e qual (apenas o "negrito" é meu):"A actriz Sónia Brazão foi acusada pelo Ministério Público (MP) do crime de libertação de gases asfixiantes e explosão. O despacho foi proferido na segunda-feira (...) "
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
A "Ver" com ouvidos de ouvir
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O "Alergias" no "Público"! :))
Abraços a todos os que nos têm acompanhado , com encorajamento para a criação do blogue, com simpáticos comentários e, sobretudo, com a leitura dos textos e cartoons aqui publicados.
E por falar, se gostarem destes textos, adiram ao blogue, como seguidores, ALI na coluna AO LADO DIREITO, ou através da Google Rede Social, ou através da Networkedblogs/Facebook (basta estar ligado ao FBook e clicar no botão azul, sob as fotos, em "follow this blog"). E adicionem-nos aos favoritos, claro. ;)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Chavões em destak (ou: esta jornalista e um carapau de corrida são o mesmo?)
O que os torna ainda mais "acarianos"(vide: ácaro) no que às alergias que provocam, é o facto de muitas vezes virem impressos em milhares de exemplares,em difusão alargada, enquanto tanto bom livro é condenado injustamente às prateleiras dos monos. Um bom exemplo de que este Mundo não é mesmo justo.
Um dos maiores desse fatais enganos costumam ser os brilhantes (cof cof) editoriais de uma tal (jornalista?) Catarina Carvalho, no Notícias Magazine, que não nos cessa de surpreender com as suas visões do mundo e do país! Lembro-me, a título de exemplo, de como defendeu já que seguissemos o exemplo dos chineses (economicamente!!!), ou de como se devia imitar a cabeleireira dela, a trabalhar até aos feriados (para a atender a ela...), ou de como um dos mais graves factores para que há uns meses estivessemos a baixar de "rating" para as famosas agências era porque... SIM PASMEM( oh mas que profunda teoria!)... porque as "Poor and fitch and moodys an dingdong and standards and bastards and Co." que nos "ratam" viam que os portugueses não queriam trabalhar, porque(tcham tcham!!!)... o modelo de avaliação dos professores havia sido então suspenso no Parlamento!!!
Estive na altura para escrever sobre isso noutro blogue, mas depois meteram-se assuntos mais importantes na calha.
Bem, queria o antigo PR dizer, no fundo, que as pessoas e os seus direitos eram mais importantes que o dinheiro e as finanças. No fundo, o que muita gente defende: a vida do país e das pessoas não é só feita de "dívidas" aos "nervosos mercados". A vida das pessoas não é só feita de trabalho nem de dinheiro. O dinheiro e o trabalho devem servir as pessoas e não o contrário. Há que ter outros valores, como o tempo para si, para a família e amigos, o lazer, uma felicidade equilibrada.
Se era esta a intenção de M. Soares ao dizer aquilo, concordo. Concordaria I. Stilwell?
Dizia ela, que em princípio sim. Mas depois começou num relambório de que "o dinheiro representa a realidade e por isso não é infinito nem chega para tudo"(sic). Que era lamentável o aumento do desemprego, mas que o dinheiro não estica nem é "mágico ou infinito" e que não há dinheiro e que há que "saber fazer escolhas"(sic) no que se gasta que é preciso optar " entre as finanças e o tratamento de uma doença ou de outra"(sic! sic!) bláblá e blá e que era preciso entender que "Não podemos estar todos felizes ao mesmo tempo." (sic sic sic!!!!!!)
Nem sei por onde começar, a não ser no dizer que provavelmente poderia distribuir estacas virtuais para segura os queixos que possam ter caído, como aconteceu ao meu ao ler isto pela primeira vez. Imagino o quão satisfeitos os senhores dos mercados bolsistas" devem ter ficado. Ganharam mais uma porta-voz para as suas ideologias doentias. Pois Isabel S. pôs a "mão na ferida" , corajosamente explicou aos mais pobrezinhos que este é um mundo onde reina a bela lei do mais forte economicamente, a realista lei da selvajaria especulativa, onde NEM TODOS PODEM SER FELIZES AO MESMO TEMPO! Pois não! Apenas os bons jogadores com dinheiros privados e públicos. E que sabem "fazer escolhas", desde que tenham um bom corrector e saibam manipular os boatos financeiros! E que se se tiver de escolher entre as finanças dos Bancos, coitados, cheios de lucros e bons cobradores de taxas, entre pagar as contas das agências de rating ou do FMI e... a asma dos filhos ou o cancro dos pais (uma ou outra doença, enfim, paciência)... claro que há que sacrificar os segundos! Porque o dinheiro não é "mágico nem infinito"... a não ser quando é para fazer dinheiro a partir do dinheiro, em especulação bolsista, isso é outra coisa!
Só apetece levar a ironia ao máximo, perante estas teorias infelizes! Já não bastava o papelão dos ministros que nos levam a todos para o cadafalso da bancarrota e ainda vêm jornalistas com alguma rodagem defender o primado do dinheiro, na estranha aritmética de que:
PESSOAS = DINHEIRO
E sublinha a ideia no período final do texto, que deve ser o "tour de force" inesperado que tanto gostam de dar às crónicas, mas que considero que mais adequado seria chamar de "punch line", como se de um texto de comédia se tratasse. Aí vai (e repare-se no tom paternalista que demonstra o que perpassa em todo o texto):
"E é por tudo isto que pessoas e números não se podem dissociar, nem dizer que uns devem estar à frente dos outros, porque são o mesmo."
Até podia concordar com a primeira parte e acho que nisso também pensava Mário Soares, por contraste com os contabilistas funerários que agora nos desgovernam : não podemos dissociar os números (do dinheiro) (da vida) das pessoas.
Mas na segunda parte há uma guinada para,digamos, uma espécie de falso silogismo que mete dó.
Resumindo o editorial de I. S. num silogismo falso que parece construir:
-As pessoas precisam de dinheiro para viver
- O dinheiro é igual aos números e não é "elástico"
- LOGO: As pessoas são o mesmo que os números (dinheiro)
(ou estarei a ler mal?)









